ENEIDA DE VIRGÍLIO, traduzida em verso por JOAÕ FRANCO BARRETO. Com os Argumentos de Cosmo Ferreira de Brum, e com o Diccionario dos nomes proprios, e Fabulas, para melhor intelligencia do Poeta. Nova Ediçaõ. TOMO PRIMEIRO [TOMO SEGUNDO]. LISBOA, na Typografia Rollandiana. 1808. Com Licença da Meza do Desembargo do Paço. 2 Volumes de 15x10 cm. Com 420, [iv]; 429, [iii] págs. Encadernações inteiras de pele, com rótulo e ferros a ouro nas lombadas. Cortes das folhas mosqueados a azul. Exemplar com falhas de pele, danos nas charneiras e assinatura de posse coeva nas folhas de rosto. O primeio volume tem: uma pequena falha por rasgo no canto superior da página 38, que atinge a primeira palavra dos dois versos iniciais; manchas de humidade nas últimas folhas não numeradas; rasgo com falha de papel na folha de guarda posterior. O segundo volume tem: manchas ferrogálicas nas duas primeiras folhas; manchas de humidade na margem interior, junto ao festo das folhas, desde a página 120 até à folha de guarda posterior, sendo mais proeminente nas últimas. João Franco Barreto (Lisboa, 1600-c. 1674), licenceado em Direito Canónico pela Universidade de Coimbra. Depois de seguir por algum tempo a vida militar, foi Secretario da embaixada mandada a França por el-rei D. João IV; e ultimamente, depois de enviuvar, tomou ordens ecclesiasticas, e exerceu as funções de Vigario da vara no Barreiro, sendo nomeado para este cargo em 1648. Os seus biografos não apontam a data do óbito, porém sabe-se que ainda vivia em 1674, data de publicação do seu último trabalho - A tradução de Flos Sanctorum. Ref: Inocêncio. III, 379-379; Ensaio Biographico-Critico de José Maria da Costa e Silva, no tomo V, págs. 267 a 297.