Esta longa carta tornou-se num pequeno livro. Nunca escreveria mais do que livros curtos, pela incapacidade de fazer outra coisa, mas quiça tambem pela necessidade: escrever e transformar o demasiado em pouco, o excesso em carencia. Nenhum livro deveria ser mais pesado do que a luz. Nenhuma escrita deveria fazer mais barulho do que um sorriso.